quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Campanha Freudiana - A crise dos 40

Olha, só vendo para acreditar, e não teve jeito, foi tanta balbúrdia, arruaça e barulho que tive que parar de dar aula e ver "aquilo". Uma enorme fila de carros dirigidos pela raiva, fome de poder, pela pouca educação e álcool, passou pela nossa pequena cidade. Uma música, que poderia ter o nome de " A melô do calque", passava junto com aquela confusão falando coisas do tipo: Acabou a mamata, pode chorar e coisas do E. Fundamental (1° segmento! rsrsrs...). Um recreio.



Mas as coisas não são ganhas pela gritaria ou pelas falsas denúncias, as coisas são ganhas pela justiça e legalidade. Eu realmente tenho que fazer este post, será o último sobre a política da cidade, pois o que eu percebo é que tudo aqui é muito pessoal, as pessoas ficam "felizes" com a "derrota" dos outros. Uma atitude fora dos preceitos cristãos e pouco salutar, afinal isso aqui é um ovo de pequeno e o parentesco está logo ali, bem perto, perto demais para tais desejos...



Será mesmo que podemos vencê-los?


Voltando a bagunça, que parecia a comemoração de um título misturada à uma carreata carnavalesca, a falta de informação é de assustar. O que foi comemorado hoje na verdade foi uma publicação de ontem sobre uma decisão monocrática (que pode ser contestada) dada no dia 30 de outubro de 2012! Doidera, como diria Johnny Laze do bloco quatro. 



Não se percebe que há muito o que se perder aqui, um embargo na posse pode deixar o município na mão de um... Vereador! Isso, o líder da Câmara dos Vereadores. Não é a toa que tem gente já se posicionando a favor de um nome, e eu só posso lamentar... Eu gostaria de poder acreditar que as coisas vão se encaminhar, e tudo vai dar certo, mas não posso ficar alheio á uma decisão como aqui esta nesse link:




Ao final do texto se lê o seguinte: 


Pode buzinar, soltar fogos (quanta virilidade...), isso não muda os fatos, pode mudar até o nome de quem vai sentar na cadeira e segurar a caneta, mas não muda a nossa forma de fazer política, se é que podemos falar assim... 



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