sexta-feira, 28 de abril de 2017

Paralisação... Parar mais o que?

Hoje está "rolando" uma paralisação em todo Brasil, bom, pelo menos é isso que seus organizadores esperam. A verdade é que estamos parados a tanto tempo... Tipo, estamos nas mesmas condições, ou pelo menos é o que parece, do Brasil Imperial. Nossos lucros ainda se alicerçam nas vendas de produtos brutos, sem serem industrializados. Vendemos petróleo bruto, farelo de soja, açúcar, café, celulose e lá nos últimos itens aparece os aviões de pequeno e médio porte, produzidos pela EMBRAER.

Como esperar por uma aposentadoria de 1º mundo se ainda não fizemos o dever de casa? Na educação damos duro, incentivamos os poucos alunos que ainda querem algo diferente, aqueles poucos que procuram fazer a diferença. Esses estudam e passam para instituições de referência, se formam e no final um grupo de estrangeiros desembarca no Brasil, oferece bons salários e progressão profissional, e eles, nosso "verdadeiro ouro", acabam indo embora...

Exportações somam US$ 3,624 bilhões na segunda semana de março

Chega de parar o Brasil, precisamos avançar em todos os sentidos, mas principalmente fazer com que os nossos jovens cérebros permaneçam em território nacional, serão eles que terão a condição de mudar o Brasil Exploração pelo Brasil onde haja de fato Ordem e Progresso. Se não for esse o fundamento para que façamos manifestações, não faz sentido nenhum parar mais uma vez o nosso país, o nosso Brasil!

Para a vossa reflexão um trecho de uma matéria:


Exportações somam US$ 3,624 bilhões na segunda semana de março


17 março 2015

Entre os dias 9 e 15 de março de 2015, segunda semana do mês, as empresas brasileiras exportaram US$ 3,624 bilhões. A média diária das exportações chegou a US$ 724,8 milhões, o que representou uma redução de 7,8% em relação à semana anterior. Nessa comparação, houve diminuição das vendas de manufaturados (-13,5%) – principalmente tubos de ferro fundido, laminados planos, automóveis e partes, suco de laranja e veículos de carga – e de produtos básicos (-11,2%) – por conta de soja em grão, minério de ferro, carne de frango e bovina, e farelo de soja. Já as vendas externas de produtos semimanufaturados apresentaram crescimento de 12,8%, motivado, principalmente, pelos embarques de celulose, ouro em forma semimanufaturada, ferro fundido e óleo de soja em bruto.

No mesmo período, os importadores brasileiros compraram US$ 3,648 bilhões, volumes que representam um déficit semanal de US$ 24 milhões. A média diária das importações chegou a US$ 729,6, uma retração de 8,3% na comparação com a primeira semana do mês, explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, plásticos e obras, e siderúrgicos.

Mês

No mês, a média diária das exportações é de 755,4 milhões, valor 18,6% inferior à média registrada em março do ano passado. Neste cenário, houve diminuição das exportações de produtos básicos (-32,4%) – principalmente minério de ferro, soja em grão, carne suína, de frango e bovina, e petróleo em bruto – e manufaturados (-6,7%) – aviões, polímeros plásticos, motores e geradores, motores para veículos, açúcar refinado e autopeças. Por outro lado, observa-se, no mesmo período comparativo, um aumento nas vendas de produtos semimanufaturados de 6,2%, especialmente de ouro em forma semimanufaturada, açúcar em bruto, madeira serrada, celulose, ferro-ligas e ferro fundido.

Na comparação com fevereiro deste ano, também pela média, as exportações cresceram 12,4%, com destaque para os três grupos de produtos: básicos (18,4%), manufaturados (9,1%) e semimanufaturados (3,7%).

As importações registram média diária de US$ 762,8 milhões, performance 17,2% menor que a verificada em março do ano passado, com redução, principalmente, das compras externas de adubos e fertilizantes (-33,9%), veículos automóveis e partes (-33,4%), combustíveis e lubrificantes (-30,1%), borracha e obras (-24,5%) e equipamentos mecânicos (-20,1%).

Em relação a fevereiro, a redução é de 8,1% nas importações, causada essencialmente por combustíveis e lubrificantes (-38,8%), adubos e fertilizantes (-24,4%), plásticos e obras (-13,4%) e siderúrgicos (-8,7%).

Ano

No ano, até a segunda semana de março (49 dias úteis) as exportações chegam a US$ 33,350 bilhões (média diária de US$ 680,6 milhões). Em relação ao mesmo período do ano passado, quando a média diária das exportações foi de US$ 791,1 milhões, houve a retração de 14%. As importações foram de US$ 39,439 bilhões, com média diária de US$ 804,9 milhões. Valor 11,3% menor que o registrado no mesmo período de 2014, quando a média diárias das importações foi de US$ 907 milhões.

De janeiro à segunda semana de março, o saldo da balança comercial está deficitário em US$ 6,089 bilhões, com resultado médio diário negativo de US$ 124,3 milhões. No período equivalente de 2014, foi registrado déficit de US$ 5,785 bilhões, com média diária negativa de US$ 115,9 milhões. No período, a corrente de comércio – soma das duas operações – chegou a US$ 72,789 bilhões, com desempenho diário de US$ 1,485 bilhão. O valor é 12,5% menor que o verificado em 2014 (US$ 1,698 bilhão).


Fonte: Brasil Export

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